Psicóloga

Virginia Todeschini

Terapia do Esquema para quem já entendeu seus padrões na teoria, mas continua repetindo as mesmas cenas na prática.

Sobre mim e o meu trabalho

Você provavelmente já sabe o nome das suas dores. Talvez já tenha feito terapia. Mas nas situações que mais importam, o mesmo roteiro se repete. E você se vê de novo reagindo de um jeito que não escolheu. Você sabe aquela sensação de sair de uma conversa e ficar ruminando o que deveria ter dito? Ou de perceber, horas depois, que cedeu de novo sem querer? Entendimento não é transformação. É exatamente aí que o trabalho da terapia começa. Sou Virginia Todeschini (CRP05/79460), psicóloga clínica, pós -graduada em Terapia do Esquema e Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Trabalho com pessoas que já acumularam autoconhecimento, que leram, pesquisaram, talvez já tenham passado por outras terapias. Que sabem, com precisão, o que as faz sofrer. E mesmo assim, continuam repetindo os mesmos padrões de vida que geram sofrimento. Este é o sinal de que o trabalho precisa ir além do entendimento. A Terapia do Esquema, desenvolvida por Jeffrey Young, trabalha nos três níveis onde o padrão realmente vive: o que você pensa, o que você sente e o que você faz. Não basta apenas entender a origem para que algo mude. É preciso que a mudança aconteça também no corpo, na emoção e no comportamento. É esse trabalho integrado que produz transformação duradoura. A terapia é um trabalho de parceria. Meu papel não é te dizer o que fazer, mas caminhar junto enquanto enfraquecemos o poder que os esquemas têm sobre o seu presente. O processo é estruturado, mas se adapta ao seu ritmo. É um trabalho que percorre três momentos: • Avaliação e mapeamento: Entendemos juntas quais esquemas estão ativos na sua vida hoje, como eles se formaram e de que forma eles operam naquelas situações em que as suas reações parecem maiores que a sua vontade. É o ponto de partida para um trabalho com direção. • Mudança ativa: Trabalhamos em profundidade. Na experiência emocional, no comportamento e no que você carrega no corpo. É aqui que a transformação deixa de ser teoria e você começa a viver novas experiências corretivas. • Autonomia: O objetivo não é a dependência da terapia. É que você desenvolva recursos internos para cuidar de si, atender às suas necessidades emocionais e responder à vida de um jeito que você escolheu, não mais comandada por comportamentos automáticos. As sessões acontecem de forma presencial ou online, conforme a sua preferência. O trabalho não apaga o passado, mas diminui o poder que ele tem sobre suas escolhas de hoje. Aos poucos, você desenvolve uma parte interna mais capaz de acolher o que dói, se proteger do que faz mal e agir por quem você é agora, e não mais pelos padrões que você aprendeu na infância.

Se você chegou até aqui, provavelmente algo te soou familiar. O trabalho começa com uma conversa. Nela, você entende como funciona o processo, tira suas dúvidas e avalia se faz sentido para você agora.